domingo, 24 de junho de 2012

À minha maneira...



E agora, o fim está aqui,
Encaro então,
A cortina final,
Meu amigo, falarei claro,
Exporei o meu caso, 
do qual tenho a certeza,
Eu vivi uma vida cheia,
Eu viajei cada estrada,
E muito mais que isso,
Fi-lo à minha maneira

Arrependimentos,
Eu tive alguns,
Mas, novamente, muito poucos para mencionar.
Fiz o que tinha a fazer e vi tudo, sem isenção.
Planeei cada caminho do mapa,
Cada passo, à minha maneira.
E mais do que isso,
Fi-lo à minha maneira…
Sim, houve muitas vezes,
Tenho a certeza que tu sabias,
Mordi muito mais do que o que podia mastigar,
Mas apesar de tudo,
Quando havia dúvidas, eu engoli e cuspi,
Enfrentei tudo e,
Fi-lo à minha maneira.

Eu amei, eu ri e chorei,
Tive as minhas falhas, a minha parte de derrotas.
E agora,
Como as lágrimas descem,
Eu acho tudo tão divertido.
Pensar que fiz  tudo,
Talvez possa dizer, não de uma maneira tímida,
Óh óh não,
Fi-lo à minha maneira…

Pois o que é o homem, o que ele tem?
Se não ele próprio, não tem nada…
Para dizer o que sente verdadeiramente e,
Não as palavras de alguém que se ajoelha…
O registo mostra, suportei os golpes,
E fi-lo à minha maneira...


Sim, fi-lo à minha maneira...
 Jacques Revaux, Claude Francois, Gilles Thibaut, Paul Anka

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