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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

O verdadeiro significado de 'Sociedade Evoluída'

The brightest light is the one you follow.




Eu não sei o que é que vocês pensam… mas eu sempre tive uma 'relativa facilidade' em me colocar no lugar dos outros e, ultimamente, há uma ideia que não me tem saído da cabeça.






Se eu fosse um extraterrestre, eu não quereria visitar uma civilização que, pura e simplesmente, está a acabar com o único mundo que tem para subsistir… isso enquanto o sol não nos engole, mas pronto.

Eu não percebo como é que procuramos água e vida noutros planetas, eu não consigo perceber isso enquanto continuarem a morrer pessoas devido à fome, pessoas a morrer de sede, PESSOAS como nós que, independentemente da cor, possuem O direito de ter uma oportunidade. Eu não percebo porque é que o capitalismo explora tão vorazmente o continente no qual TODOS tivemos origem, eu não percebo tanta coisa… eu não percebo como é que existem princípios tão egocêntricos e deturpados, eu não percebo o porquê de existir 'gente de alta roda que dita a moda do Fado'. O nosso Fado….

Enquanto esta sociedade não conseguir resolver os seus problemas [desigualdade sócio-económica, fome… fome… fome… 'another soul is dying'] nós nunca seremos uma sociedade evoluída. Enquanto interesses oligárquicos continuarem a decidir o destino do Mundo, não seremos uma sociedade evoluída. Enquanto existirem guerras e ódio em vez de paz e amor, nunca seremos essa sociedade utópica que nos consideramos ser. NUNCA, mas mesmo nunca iria invadir um mundo como o nosso com o intuito de o conquistar [caso fosse ALIEN]… era só esperar pela auto-destruição humana que se está a materializar e, enquanto isso, lia um jornal e tomava um café. Ou então ia conquistar outros mundos…

terça-feira, 22 de maio de 2012

And you? Are you able to grab the Spotlight?

I know I am. And I also know that this isn't Portuguese. Well, sometimes English provides me with more options to express myself, when compared to my "first and second" native languages. However you're not obliged to read what I wrote. Pardon me, I'm not being rude, in fact, I don't want to waste your precious time (as long as you don't spend it on Facebook). That said, is up to you.

Her ex-husband passed away and she was terrified with the idea of attending his funeral. Why you may ask… well, she just never tried to say it. She just could't.
And then, out of nowhere she stood up, head up high, and began to talk about her feelings and her thoughts and her life experiences… and began to fight for her life in order to change it. To make it better. To enjoy it as if life itself was ephemeral (is it not?). She did that when the opportunity emerged in the middle of her fear, a spotlight that she could't decline. I would do the same. I do that everyday, the best way I know. I pursue all the happiness that life has to give... but sometimes I'm the only one who thinks I'm right. There's no problem in that! In fact, knowing that no one else agrees with me only strengthens my will to prove they're wrong. 
Sometimes, when I talk about my dreams, people tell me I'm far too high in the sky. And so what? Is it wrong to dream high? Is it wrong to fight for what we want in life? Is it wrong to be happy?

I know is just a movie… but always remember: It takes time to extract joy from life…




quinta-feira, 10 de maio de 2012

Aonde queremos ir, vamos!



Imaginem que o mar é a vossa vida. Vocês são um pequeno veleiro, de aparência frágil mas de estrutura robusta. Não o querem levar a percorrer a imensa vastidão dos oceanos da vida? Eu sei que sim, que desejam isso da mesma forma que necessitam de respirar.
Imaginem também que o vento que vos impulsiona é a vontade de perseguir sonhos, de sentir felicidade (e não de a fingir) e de serem vocês próprios despidos de qualquer preconceito e medo do que os outros pensam. Quereriam vocês uma brisa ligeira, tímida e sem sabor ou quereriam um vento com a certeza de que quer continuar a soprar até ao fim do mar?

Levantem-se e lutem contra a apatia e a escuridão. Lutem pelo que querem, sempre! Assim nunca irão parar de velejar na vida…

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Os dramas na nossa cabeça…

Há coisas que são mais [ou menos] marcantes na nossa vida. A sua importância reflecte-se, em grande parte, naquilo que vai dentro da nossa mente, dentro daquilo que a nossa alma nos faz pensar. E ultimamente, há uma ideia, uma frase, que não me sai da cabeça. Não sei bem porquê, mas bastou ler essa frase uma única vez para me rever por completo. Foi um acontecimento espontâneo e de certa forma subtil, acompanhado por um calor frio que percorreu o meu corpo. Talvez tenha sido uma epifania…
Desculpem o meu devaneio [às vezes dou por mim a falar de Z quando comecei a falar por A. Se virmos bem, a distância não é assim tão grande, tudo é relativo]. 

A frase é simples e consegue ser directa o suficiente, sem denunciar por completo a sua intenção de marcar uma posição, definir um sentimento e/ou personalidade. Vi pela primeira vez esta frase num filme que superou as minhas expectativas. Porquê? Pela simplicidade da história, que de complicado apenas tem o preconceito maldito que teima em acompanhar uma geração que se diz "cada vez mais avançada". Bem, de avançado terão apenas o nome pois conceitos formados sem conhecimento de factos é como… olhem, é como dizer que nós fomos feitos à imagem de Deus [expliquem-me então o porquê de existirem "brancos", "pretos" e "amarelos" - desculpem a minha terminologia mas não há nenhuma intenção de ofender quem quer que seja].

A frase é, passo a citar: "Tu consegues viver com dramas. Eu não!"


Que frase tão simples, podem pensar vocês. Sim, sem dúvida que é a simplicidade personificada. Parece não ter nada de mais, mas para mim, tem tudo o que eu sou, resumido em tão poucas palavras que ainda não consigo deixar de sentir aquele calor frio de que vos falei. Esta é a minha forma de encarar a vida: nada de dramas, nada de chatices.

Imaginem que o vosso melhor amigo teve uma atitude menos boa. Uma atitude que vos deixou tristes e chateados. Deixem-me fazer-vos uma pergunta: acham que é necessário passar horas, dias, semanas ou até meses sem lhe dirigir uma palavra, ou sem o considerar "melhor amigo" [passo a expressão]?
Deixem-me colocar isto de outra forma. Imaginem que, por mês, discutiam [ou estavam chateados, com remorsos…] o equivalente a um dia. Num ano isso perfazia 12 dias. Em 10 anos, 120 dias. Imaginemos agora que começam a discutir aos vinte e morrem aos 80. Assim, 6*120=720 dias o que perfaz dois anos. Vocês preferem passar 2 anos a discutir, ou preferem gastar esse tempo a divertirem-se, a "ganhar" boas recordações e a aproveitar a fugacidade da vida? [Eu prefiro a segunda opção e acho que vocês também…]

Aprendam a perdoar [que não é sinónimo de esquecer] e aproveitem o que a vida tem de bom. Sejam como querem que sejam para vós e lembrem-se sempre de uma coisa: Quem odeia, não vive.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Devemos mesmo!

Não devemos deixar que o passado nos defina. O que nós somos depende apenas de nós próprios…

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Só um pensamento…


Todos nós conhecemos alguém [familiar, amigo, ou até mesmo nós próprios] que vive na sombra do medo. Medo de tentar por se poder falhar. Por vezes [muitas vezes, infelizmente] as pessoas desistem antes de tentar. Este Senhor falhou dez mil vezes. Dez mil!! Mas a diferença está no nunca desistir…

Se queremos alguma coisa na nossa vida [esse sonho maravilhoso que é a realidade], então temos de tentar. E tentar. E tentar até conseguirmos. Quando isso acontecer, iremos estar a viver um sonho dentro do melhor sonho do mundo - a própria vida.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Sê diferente. Sê tu próprio.

Antes de começarem a ler os meus pensamentos escritos [naquela que é a minha estreia aqui, nesta viela que é do Hilário], penso que o mais acertado será apresentar-me a mim e à minha alma, o que vai nela e aquilo que a define [afinal de contas a alma é a essência que nos torna humanos].


Já fui definido, por alguém que me é muito especial, como um ser vindo doutro planeta [estranho, confesso]. Esta caracterização é, simplesmente, a melhor que alguma vez fizeram de mim. Atrevo-me mesmo a dizer que nenhuma a irá ultrapassar.Estranho pensam vocês... mas eu sempre tive uma ideologia, bastante vincada no meu ser, que se pode traduzir em apenas duas palavras: Ser diferente! 


Diferente é bom. Diferente é o oposto do normal, diferente é o equilíbrio que nos separa entre uma vida rica [em tudo!] e a monotonia sedentária que atormenta, infelizmente, a vida de muitos. Eu digo o que penso, à frente de quem seja e em qualquer altura [mas sem nunca me esquecer para quem estou a falar]; eu faço aquilo em que acredito; eu luto por aquilo que quero. Pareço perfeito, mas não sou. E ainda bem! Estar longe da perfeição significa que há sempre espaço para melhorar, para aprender [não, ninguém sabe tudo. Nem o eterno Sr. Einstein!] e para me tornar em alguém melhor. 


Eu quero fazer a diferença, eu quero que todos façamos a diferença. Mas não é fácil… primeiro, têm de se aceitar a vocês próprios, às vossas capacidades, ao vosso corpo, à vossa forma de pensar e estar. Não se transformem naquilo que os outros querem ver. Sejam vocês próprios e lutem por aquilo que querem. Por um mundo onde a indiferença e ignorância não têm lugar, por um mundo onde a justiça não está corrompida, por um mundo no qual vocês perseguem os vossos sonhos, por um mundo onde a vossa realidade é o vosso sonho. 

Não é uma luta fácil, vão haver pessoas que vos irão empurrar para baixo e que desejarão apenas o vosso mal, insucesso e infelicidade. Haverá outras [muito poucas] que vos irão apoiar e ajudar tanto quanto possível. Quanto ao que de mau aconteceu [ou poderá eventualmente vir a acontecer] convosco, lembrem-se do que o grande Pessoa disse: “Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo…”

Esse castelo é o vosso sonho. E a sua beleza e tamanho depende, apenas, da vossa vontade de lutar pelo que querem, depende de se aceitarem como são [pois nunca poderão tornar-se em alguém que não vocês próprios] e depende, como não poderia deixar de ser, do Fado que vos persegue.



“Todos sonham ser felizes mas no entanto só alguns conseguem. O que distingue um sonhador de um fazedor é a consciência de que nós podemos mover o mundo, é a consciência de que não nos podemos limitar apenas a observar o seu movimento.”

Just a thought of mine…