quarta-feira, 18 de julho de 2012

Reza a História... #I

Georges Lemaitre (à esquerda) acompanhado por Albert Einstein (à direita).

Reza a história que em 17 de Julho de 1894 nasceu em Charleroi, na Bélgica, Georges Lemaitre.

Georges Lemaitre foi um Padre Católico, Astrónomo e Matemático que se imortalizou pela sua teoria para a criação do Universo - Hipótese do átomo primordial. Foi então considerado o pai da teoria do Big Bang.

Lemaitre descreveu o início do Universo como uma explosão de fogo de artifício, comparando as galáxias à esfera crescente de detritos que se afastam do centro da explosão. Ele acreditava que esta explosão foi o início do tempo em "a day without yesterday" (Um dia sem ontem). Foi também pioneiro na ideia de que o Universo se encontrava em expansão e não estático como até então se pensava.


Muitos cientistas que leram o artigo de Lemaitre aceitaram a ideia de que o Universo estava em expansão mas resistiram à ideia de que o Universo tinha um início. Estavam habituados à ideia de que o tempo existia desde sempre. Não soava muito lógico assumir que milhões infinitos de anos tinham passado antes do Universo ser criado. Lemaitre sugeriu que o 'Mundo' tinha um início definido no qual toda a matéria e energia estavam concentradas num único ponto:

"If the world has begun with a single quantum, the notions of space and time would altogether fail to have any meaning at the beginning; they would only begin to have a sensible meaning when the original quantum had been divided into a sufficient number of quanta. If this suggestion is correct, the beginning of the world happened a little before the beginning of space and time."


Numa série de conferências na Califórnia, Albert Einstein após ouvir a explicação de Lemaitre levantou-se, aplaudiu e disse:

"This is the most beautiful and satisfactory explanation of creation to which I have ever listened." 

Georges Lemaitre faleceu a 20 de Junho de 1966 com 71 anos de idade.

Adaptado do artigo  'A Day Without Yesterday': Georges Lemaitre & the Big Bang de Mark Midbon

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Change... It teaches us to evolve!


"There are 31,530,000 seconds in a year.
1,000 milliseconds in a second.
A million microseconds.
A billion nanoseconds.
And the one constant, connecting nanoseconds to years,is change.
The universe, from atom to galaxy,is in a perpetual state of flux.
But we humans don't like change.
We fight it. 
It scares us.
So we create the illusion of stasis.
We want to believe in a world at rest, the world of right now.
Yet our great paradox remains the same...
The moment we grasp the "now"... that "now" is gone.
We cling to snapshots.
But life is moving pictures.
Each nanosecond different from the last.
Time forces us to grow.
To adapt.
Because every time we blink our eyes... the world shifts beneath our feet.
(...)
Every day,every moment, every nanosecond the world changes.
Electrons bump into each other and react.
People collide and alter each other's paths.
Change isn't easy.
More often,it's wrenching and difficult.
But maybe that's a good thing.
Because it's change that makes us strong.
Keeps us resilient.
It teaches us to evolve."


Touch, episódio 12 da 1ª temporada

sábado, 14 de julho de 2012

Muda-te em oito passos!!!

Há algum tempo atrás, o nosso ilustre Vielense Rui Rego, deixou-nos aqui uma sugestão de leitura à qual não resisti. O nosso icebergue está a derreter  de Kotter é de facto um livro esplêndido, tanto pela forma como transmite a mensagem - uma fábula, como pela componente técnica envolvida no desafio da mudança, desde a observação da urgência de mudar à concepção do plano de acção.

Torna-se demasiado fácil contentarmo-nos com a nossa rotina, correr na nossa própria praia, pisar terreno firme e conhecido, contudo, que horizonte nos tráz esse modo apático? A mais do mesmo, creio!!! E quando nos virmos obrigados a mudar...será que estamos preparados? Antecipamos problemas? Seremos capazes de criar e aplicar soluções?

A nossa capacidade de observação é chave da mudança!!! Ver e agir!!

Por isso, meus caros aqui ficam os oitos passos da mudança propostos por John Kotter :

1) Defina o cenário -  Crie uma noção de urgência, ajude os outros a ver a necessidade de mudança e a importância de agir imediatamente.

2) Defina uma equipa - Alguém com credibilidade, competência, comunicação e análise é quem tu queres ao teu lado.

3) Decida o que fazer - Clarifique de que forma o futuro será diferente do passado e de que forma é possível fazer desse futuro uma realidade.

4) Comunica para compreender e persuadir.

5) Partilhe ideias e poder - Remova as barreiras de modo a que os outros façam das suas visões uma realidade.

6) Vitórias de curto prazo - Sucessos visíveis e inequívocos rápidos alegram qualquer alma.

7) O importante é não parar - Insista de forma mais intensa e rápida após os primeiros sucessos. A visão dever tornar-se uma realidade.

8) Crie uma nova cultura - A defesa firme e a promoção das novas formas de comportamento proporcionam a substituição de tradições antigas.

Adaptado , O nosso icebergue está a derreter, Kotter, J.




terça-feira, 10 de julho de 2012

Sobre a infantilidade de cidadania na dependência excessiva do estado


Uma fatia nada desprezável da população vê-se hoje numa 'miserável' dependência do Estado para conseguir aguentar o seu estilo de vida, para pagar as suas contas e para, arrisco dizer, dar sentido à sua vida.

Essa gente é considerada adulta mas, julgo eu, tende tragicamente para uma infantilidade de cidadania que os leva a achar que ao longo da sua vida e como que por decreto divino o Estado tem de ser o bom samaritano, a enfermeira, o médico, o lixeiro, o restaurante, o professor, o policia, o socorrista, o cemitério, etc, com que eles podem sempre contar de borla ou a preços de saldo.

Esta atitude, multiplicada pelo crescente número de 'estadodependentes' forçados pela economia ou contagiados por via política ou social, é paralisante e faz definhar a capacidade de resposta do Estado. Esse cidadão bebé-chorão que clama ruidosa mas apaticamente pelo biberão do Estado exclui-se como elemento activo, como agente que acrescenta valor para si e para os outros. Como tal, é um medíocre, que faz do compadrio grevista dessa mediocridade o seu analgésico.

sábado, 7 de julho de 2012

Hemingway...







''O Mundo é um lugar maravilhoso, vale a pena lutar por ele...''
                                                         Ernest Hemingway

terça-feira, 3 de julho de 2012

13, 14 e 15 - Largo das Neves
21 e 22 - Xinzo de Limia
27, 28 e 29 - Viana do Castelo